DOMINGO GUARANI

Unindo forças, um grupo de amigos da aldeia Guarani de Biguaçú/SC, os próprios indígenas e a equipe do empreendimento Mini Floripa, inicia em Dezembro de 2019 uma proposta muito especial!

Temos como objetivo promover o respeito e a qualidade amorosa em Floripa, através do fortalecimento dos laços de respeito e amizade entre todos; potencializando o reconhecimento da cultura Guarani; facilitando a venda do artesanato produzido por eles; proporcionando maior aprendizado sobre esta valiosa tradição; reconectando com nossa ancestralidade.

DATA: 01/Dezembro/2019 (domingo)

HORÁRIO: 10:30 às 16:30hs.

LOCAL: Mini Floripa (SC-401, 8914 - Ratones, Florianópolis – SC)

PROGRAMAÇÃO:

• 10:30 às 12h pinturas e artesanato:

Enquanto alguns jovens Guarani iniciarão a pintura de um painel no Mini Floripa, com seus grafismos e simbologias, outros estarão envolvidos com a venda do artesanato típico e cd(s) com os cantos sagrados.

• 12h às 13:30 descanso para almoço*

• 13:30 às 14:30 explanação, roda de conversa sobre o Jeito de Ser Guarani, seu artesanato, sua cosmovisão...

• 14:30 Apresentação do Coral Guarani e explanação “Os Guarani e o Caminho do Peabiru” (Caio Montenegro de Capua)

• até 16:30 venda do artesanato e cd(s), conversas, canto e dança Guarani.


*Almoço: o Mini Floripa possui uma lanchonete que serve porções de pastéis, bolinhos...mas o público poderá sair para o almoço e retornar no período da tarde, sem problema.

VALOR:

Para garantir a realização deste encontro precisamos contar com a colaboração de, no mínimo, 50 amigos que façam sua inscrição e pagamento previamente:

Entrada: R$ 40 (30 para custos com alimentação e transporte dos Guarani, funcionamento do local) + (10 para a aldeia)

Cada pagante deste grupo inicial poderá levar 1 criança de até 12 anos, sem custo.

Opcional: alimentos não perecíveis.

Se sentir no coração um chamado para trazer alimentos ou fazer qualquer doação a mais, somos gratos!

A aldeia possui mais de 200 moradores. São em torno de 70 jovens e crianças. Vivendo dentro de uma realidade difícil. Falta alimento, falta material escolar, falta manutenção na construção das moradias...toda ajuda é bem-vinda!


INSCRIÇÃO:

1) Efetue o pagamento na conta:

Banco Itaú

Agência: 3248

Conta Corrente: 27900-6

CNPJ 34.048.395/0001-14 (Mini Floripa C Lazer LTDA)

2) Confirme sua inscrição, enviando seu nome e foto do comprovante de pagamento para: whatsapp (48) 99971-1470 Débora


Valores para compra de ingresso no dia:

Morador de Florianópolis R$ 30 +10 (ajuda opcional aos indígenas)

Idoso, estudante, professor (com carteirinha): R$ 19 + 10 (ajuda opcional aos indígenas)

Criança até 12 anos: R$15


IMPORTANTE:

• Se possível, aproveite para comprar as peças de artesanato confeccionadas por eles. São cestos, colares de proteção, brincos, esculturas em madeira,...todos feitos com muito carinho.

"A cultura Guarani sobrevive e se expressa

através de rituais e do conhecimento passado de

pais para filhos. Ela está baseada em um profundo

respeito à vida, aos deuses e a uma forte ligação

com o meio ambiente natural. Todo o trabalho dos

artesãos é feito com rituais. O processo de

confecção das peças é feito com rezas silenciosas,

que mantém o artesão em contato com os seus

deuses, inspirando-os."

(Texto de José Cirilo, Denise Wolf e Elson Schroeder.)


• O Coral Guarani é formado por jovens e crianças. As músicas são orações, são cantos sagrados que falam da conexão com o Grande Espírito, com a Mãe Terra...promovendo o alinhamento do ser humano com sua Essência Luminosa.


• A aldeia de Biguaçú está resgatando a dança Guarani (Tchondaro). Uma dança que fortalece o ser humano, no nascer de cada dia, quando ele se conecta com a força de um animal e se integra à diversidade da Mãe Terra.



• A aldeia de Biguaçú é formada por remanescentes dos karijó que habitavam a ilha de Florianópolis quando os europeus aqui chegaram. Além de ser muito importante nosso contato para que estes laços de ancestralidade sejam fortalecidos e curados; também é importante que aprendamos sobre a história do lugar que habitamos.

Para os Guarani, estar na ilha, ser ouvido, respeitado e honrado é algo essencial.


Cada vez que o indígena pode cantar o seu canto, dançar a sua dança, fazer seu artesanato e ser respeitado e acolhido, uma ferida do passado se cura, um elo quebrado se refaz, as memórias florescem, o amor impera!

Por isto, sua participação nesse encontro, é tão importante! Venha!


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